ESCOLA BÍBLICA PLENITUDE DE VIDA

EBPV 2017 | Na próxima semana a Assembleia de Deus Plenitude de Vida, em Almirante Tamandaré, realiza mais uma edição de sua Escola Bíblica. Sob a liderança do pastor Samuel Rodrigues Moreira e minha coordenação, teremos a participação de centenas de alunos os quais sentarão para serem ministrados através da Palavra de Deus. Vem conosco…

PSICÓLOGO CLÍNICO

AGENDA ABERTA | Depois de merecidas férias, estou retomando os atendimentos clínicos de tratamento individual, casal e familiar. Entre em contato pelo 99142-3639 (Whats) para maiores informações.

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PARA OS EVANGÉLICOS, TRUMP TRAZ UMA NOVA ESPERANÇA

GAZETA DO POVO | Donald Trump, o empresário que já passou por três divórcios, foi mais votado pelos evangélicos dos EUA do que o beato George W. Bush anos atrás

Depois de oito anos se sentindo “excluído” como cristão, David Cox anda bem mais leve ao longo das últimas semanas. Após uma eleição na qual Donald Trump, o empresário que já passou por três divórcios, foi mais votado pelos evangélicos dos EUA do que o beato George W. Bush anos atrás, Cox testemunhou uma mudança imensa na mentalidade dos seus colegas evangélicos – saindo da trepidação e até mesmo medo, para a esperança. É um sentimento, diz ele, de “ser aceito outra vez”.

De um lado, Trump é uma bela de uma colherada de óleo de rícino, difícil de engolir, diz ele. Mas a careta, para Cox, vale a pena, porque ele acredita que um governo Trump ajudaria a religar o país com seus valores judaico-cristãos, assim como a sua própria igreja metodista de 187 anos, que utilizou suas vigas de madeira originais, da época anterior à Guerra Civil dos EUA, na base da construção de um novo santuário em Henry County, no estado da Geórgia.

“Os cristãos tiveram uma chance de verdade de ver o que aconteceria com o país sob Obama, e sabíamos que precisávamos de uma mudança”, diz Cox, que é aposentado e dono de um pequeno negócio, um dos 81% dos evangélicos que votaram em Trump. “Agora são os liberais que vão ver que, se você tentar ir longe demais, as coisas podem se voltar contra você – e com tudo”.

De muitas maneiras, essa é a questão que está agora diante de evangélicos como Cox: o quanto voltar. Será que eles deveriam tentar anular leis que acreditam serem opostas aos valores cristãos – dos direitos LGBT até o aborto – ou devem se concentrar em defender seu direito constitucional de liberdade religiosa, que sentem que estão sendo violados? São poderosas as forças capazes de virar o jogo contra aqueles que, como acreditam muitos evangélicos, visaram destruir um estilo de vida essencialmente cristão. Mas há evidências também de que alguns desejam utilizar esse momento para alterar o diálogo e garantir que as preocupações cristãs sejam ouvidas e respeitadas.

“Sim, há uma sensação de alívio [entre evangélicos]”, diz Michael Griffin, pastor veterano da Liberty Baptist Church, em Hartwell, na Geórgia. “A percepção do governo Obama permitiu que o ativismo LGBT fosse longe demais, e esse ímpeto não está mais lá. Mas eu acredito, apesar outros evangélicos discordarem, que hoje já temos o casamento do mesmo sexo – isso, da parte deles, eles conseguiram. Mas parece que os liberais estão tentando partir da acomodação para a aprovação, e eu acho que na América você tem o direito de discordar”.

PERSEGUIÇÃO DE OBAMA

Para muitos evangélicos, houve uma sensação de perseguição no fato de a administração Obama ter promovido os direitos dos transgêneros na questão do uso de banheiros, bem como no número crescente de processos contra donos religiosos de empresas.

Cerca de 32% dos líderes evangélicos dos EUA afirmam que, no momento, sentem sofrer perseguição religiosa, enquanto 76% acreditam que sofrerão perseguição no futuro, na forma de pressão social, financeira e política, segundo uma pesquisa de outubro feita pela National Association of Evangelicals.

Esse sentimento pesou forte para a vitória de Trump: 26% do eleitorado, no mês passado, era composto de evangélicos brancos – um recorde, segundo as pesquisas de boca de urna. Desse grupo de eleitores, Clinton recebeu apenas 16% dos votos.

Agora os republicanos estão reunindo forças para expandir a capacidade de invocar valores religiosos em público. Líderes congressionais, incluindo os senadores republicanos Ted Cruz, do Texas, e Mike Lee, de Utah, afirmaram esta semana que irão reintroduzir o Ato de Defesa da Primeira Emenda (FADA, na sigla em inglês).

Esse projeto de lei proibiria o governo federal de punir por atitudes discriminatórias as pessoas que agirem de acordo com alguma crença religiosa ou convicção moral de que o casamento deva ser reconhecido como a união entre um homem e uma mulher, ou de que as relações sexuais devam ser reservadas adequadamente apenas para uma tal relação.

LEGISLADORES ENCORAJADOS

De forma semelhante, legisladores estaduais se sentiram encorajados pela vitória de Trump.

Logo após a eleição, os legisladores de Ohio foram rápidos em aprovar uma lei que proibia o aborto após ser detectado batimento cardíaco – um padrão que, com efeito, torna ilegal o aborto após seis semanas. Uma legisladora considerou esse acontecimento uma “vitória”, que não teria sido prevista não fosse pela eleição de Trump.

A essa altura ainda, tais manobras têm desafios significativos diante de si. Muitos republicanos pró-empresariado veem com desconfiança leis que atacam abertamente a comunidade LGBT, dados os boicotes que já resultaram disso. E tais leis também são vistas como tendo pouca base jurídica na qual se sustentarem. O republicano John Kasich, governador de Ohio, vetou a lei do batimento cardíaco, sugerindo que ela deveria ser considerada inconstitucional.

Mas as promessas de Trump de instalar juízes conservadores na Suprema Corte podem aumentar ainda mais a autoconfiança desses políticos. É certo que alguns principais grupos conservadores se sentem fortalecidos.

Tony Perkins, presidente do Family Research Council, disse no mês passado que os EUA estão agora “à beira de uma geração conservadora”.

CONSERVADORES RELIGIOSOS X COMUNIDADE LGBT

O sentimento de alívio de “perseguição” de um lado, porém, arrisca passá-la de volta para o outro, conforme aponta a comunidade LGBT, em particular, que há séculos se sente perseguida. Esse embate dificulta muito para se encontrar uma base em comum para legislar, segundo especialistas em direito constitucional.

“O debate está [agora] sob controle de extremistas dos dois lados: o FADA vai muito, muito além de pequenos negócios e da indústria dos casamentos, e os movimentos dos direitos gays cada vez mais querem o fim de isenções religiosas de todos os tipos – até mesmo para organizações religiosas com fins não lucrativos”, diz Douglas Laycock, professor de direito da University of Virginia.

A população se divide sobre em que medida a Constituição protege os cristãos e aderentes de outras religiões que se dizem compelidos por suas crenças a fazer alguma forma de pressão política. O Pew Research Center descobriu, no último outono, que 48% da população dos EUA acredita que donos de negócios ligados a casamento deveriam ter poder de recusar seus serviços para casais do mesmo sexo, se tiverem objeções religiosas a isso, enquanto 49% acredita que eles deveriam ser obrigados por lei a servir casais do mesmo sexo.

Mas as batalhas entre os conservadores religiosos e a comunidade LGBT demonstram a velocidade com a qual os termos do embate mudaram. O governador republicano da Carolina do Norte, Pat McCrory, perdeu a reeleição este ano em parte por ter apoiado uma lei que anulava proteções significativas para a comunidade LGBT.

“Dez anos atrás, quem imaginaria que um político teria problemas por assumir essa posição do governador McCrory? E esse é um fato significativo: É uma indicação do quanto a linha de batalha avançou para dentro do território dos conservadores religiosos”, diz o professor de direito Mark Tushnet, da Harvard University, autor do livro “Why the Constitution Matters”.

SUPREMA CORTE NO CENTRO DO DEBATE

De muitas formas, o modo como essa batalha irá se desdobrar dependerá em grande parte de evangélicos como Cox. De um lado, ele diz que gostaria de ver uma Suprema Corte mais conservadora. Mas, visto que perdoar e enxergar todos os seres humanos como prova da grandiosidade de Deus são alguns dos princípios cristãos mais cruciais, ele pensa no assunto nos termos da aliança com a qual ele entrou, junto com sua esposa, através do casamento: “Eu posso ter razão, mas isso não significa que ela esteja errada”.

Nesse sentido, o grupo evangélico Council for Christian Colleges and Universities (CCCU) está fazendo pressão pela aprovação de uma lei nacional de “Justiça para Todos”, refletindo um compromisso já forjado no estado conservador de Utah, que garantiu direitos LGBT ao mesmo tempo em que acordava isenções sólidas para os religiosos.

“Os direitos não precisam ser sempre assegurados por um grupo às custas de outro”, disse Shapri LoMaglio, vice-presidente de relações externas e governamentais do CCCU, ao Christianity Today.

E há já outros sinais de que um acordo possa vir a ser firmado. Na última quarta-feira, os oficiais de Massachusetts concordaram em revisar a política de identidade de gênero (Gender Identity Guidance) do estado após quatro igrejas entrarem com um processo. Como parte do acordo, o estado admitiu que a Primeira Emenda permite, de fato, a expressão religiosa em atividades como refeições comunitárias.

No fim, Cox argumenta que os norte-americanos, incluindo os conservadores, precisam parar de se ofender tanto com as crenças uns dos outros.

“Não é possível impedir as pessoas de se ofenderem, porque, quando você tira aquilo que é ofensivo para você, esse gesto se torna ofensivo para mim”, diz Cox. “Parece que esquecemos que somos uma cultura mista, na qual precisamos todos aprender a conviver juntos. Tenho esperança de que é possível fazermos melhor e no fim amarmos uns aos outros como criaturas de Deus”.

INFERNO

2016 | O universo artístico de Dante Alighieri, autor de “A Divina Comédia” está presente nesse novo filme estrelado por Tom Hanks. Sou suspeitíssimo de tecer comentários sobre o filme, afinal o protagonista é o melhor ator da atualidade. Minha opinião. De qualquer forma, fica a dica…

EXISTEM DOIS TIPOS DE PESSOAS: AS QUE AGRADECEM E AS INGRATAS

ULTIMATO | O mundo das lutas, problemas e privações é habitado por dois tipos de pessoas: aquelas que glorificam a Deus, e lhe dão graças e aquelas que, nas mesmas circunstâncias, não o fazem. As primeiras são apontadas pelo apóstolo Paulo como bem-aventuradas; as segundas como loucas. A ingratidão, segundo ele, é causa de soberba e degradação. Achando-se sábios, tornam-se loucos.

Considero esse entendimento do apóstolo intrigante. Ele apresenta a gratidão como um divisor de águas. Ou melhor, como um divisor de almas. Na sequência de seu pensamento, o quadro é triste: embrutecimento e declínio moral são o caminho daqueles que “nem lhe deram graças” (Rm 1: 21).

Ao tentar compreender a razão por que a gratidão ocupa posição tão destacada no pensamento do apóstolo, dou-me conta de que estou às voltas com um mistério. Considero-a integrante de uma trindade fundamental da alma humana, formada pela fé, pela contrição e pela gratidão.

A gratidão me parece ser uma capacidade, ou disposição do coração, que funciona como célula-tronco espiritual. É capaz de se transformar em qualquer tipo de “tecido da alma”. Além disso, é atitude esperada por Deus entre aqueles que o buscam. Ela não pode, no entanto, ser comprada no mercado. Então, de onde vem? Como desenvolvê-la? Tenho aprendido que é dádiva do próprio Deus; e que se desenvolve pela prática, pelo seu exercício.

Consciente de que estou examinando um mistério, tento compreender esse coração que dá graças mesmo em meio às vicissitudes; essa alma cujo culto é permeado de comunhão, cânticos e ações de graças; esse coração que, na alegria e na dor, adora seu Criador. De fato, este último gesto pressupõe a gratidão. Pois ela não floresce em um coração ressentido, como o de Jonas.

Ora, temos aprendido que “sem fé é impossível agradar a Deus”; também ouvimos do salmista que é de um coração contrito que Deus se agrada. E também, que o mundo está dividido entre aqueles que mantêm e os que não mantêm o coração grato. Mas, tendo chegado a este ponto, é razoável indagar: como? Onde haveremos de encontrar, dentro de nós, a fé, a contrição e a gratidão que tanto agradam a Deus?

Eu ousaria sugerir que tais células-tronco da alma já estão lá. Foram depositadas em nossas vidas pelo próprio Criador. Entretanto, como são capacidades, ferramentas, aguardam seu uso adequado. São chaves que abrem determinadas portas. São tesouras que cortam de modo peculiar; são martelos que batem em pregos; são palavras inefáveis a serem ditas; são linguagem apropriada para expressar segredos íntimos, e revelá-los até mesmo a quem dessa linguagem se utiliza.

Estão lá no fundo, dizíamos; são dons do Criador; e seu uso é esperado por ele, do mesmo modo que o lavrador espera o germinar da semente que plantou.

Assim como nos tornamos hábeis no uso de nossas ferramentas de trabalho, devemos praticar o uso da “ferramenta gratidão”. Sem que a utilizemos, ela ficará inerte, dentro de nós, e nada de bom produzirá. Uma tesoura não corta sozinha. Mas tendo sido reconhecida, mediante a exortação da Palavra de Deus, poderá ser utilizada com destreza e grande proveito.

E como é esse misterioso instrumento da alma, que chamamos de gratidão? Penso que se trata de uma linguagem. Uma capacidade de expressar emoções e afetos. Ele pode se manifestar na forma de cântico, de poesia, de gesto de carinho, de sorriso ou mesmo de um simples olhar. Não importa; o que vale é o que está “dizendo”. E normalmente “diz” que algo lá dentro percebeu o bem recebido e se alegrou e deseja que o benfeitor saiba disso.

O coração sabe que esse bem, essa alegria, esse agrado não foi produzido por ele mesmo. Não, veio de fora; veio sem preço, veio de graça — não raramente inesperada. E o exercício a que nos referíamos consiste em identificar o benfeitor e “dizer” isso de volta. A esse “dizer” eu chamaria de agradecimento ou ação de graças. Estamos expressando gratidão. Estamos exteriorizando essa alegria interna, esse bem-querer, esse desejo de retribuição — muitas vezes impossível de realizar, considerando a dimensão da dádiva recebida. Sentimos e dizemos que tal gesto criou em nós uma obrigação de retribuição impossível. Dizemos, então, que estamos muito obrigados.

O que me encanta nisso tudo é que o trabalho constante das células-tronco faz crescer em nós as células da alegria, do contentamento, do afeto, da amabilidade e tantas outras. Em particular, torna-nos generosos. Porque a gratidão é célula-tronco do altruísmo.

O SAGRADO DA POLÍTICA

RONALDO SATHLER-ROSA | “…Precisamos estudar e discutir mais sobre a missão do Cristianismo no mundo de hoje, em particular a relação entre o Cristianismo e a política. E este livro do professor Ronaldo Sathler nos brinda com essa discussão. Além de dialogar com cientistas sociais, Sathler busca em dois autores clássicos da teologia protestante, K. Barth e R. Niebuhr inspiração para o debate hoje. É sempre salutar revisitar os clássicos para nos inspirarmos e aprendermos. Isso nos preserva da tentação dos modismos passageiros” (Jung Mo Sung).
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A BÍBLIA CHEGOU AO BRASIL 40 ANOS ANTES DOS MISSIONÁRIOS PROTESTANTES

ULTIMATO | A introdução das Sagradas Escrituras no Brasil começou discretamente em 1814. Naqueles primórdios, exemplares de Novos Testamentos e Bíblias completas eram distribuídos a bordo de navios que deixavam Lisboa e portos ingleses com destino ao Brasil. Era um trabalho muito inteligente e de bons resultados. Dependia da boa vontade e do espírito missionário de capitães de navio, comerciantes e pessoal diplomático e militar que viajassem para o Brasil. Os capelães britânicos radicados nos mais importantes postos brasileiros também participavam deste ministério.

A partir de 1818, a distribuição de Bíblias na América Latina passou a ser feita por meio de agentes das duas sociedades bíblicas existentes, a Britânica e a Americana. O primeiro deles foi o pastor batista escocês James Thomson (1781-1854). Foi ele quem introduziu a Palavra de Deus na Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Porto Rico, Haiti, Cuba, México e várias ilhas das Antilhas. Não se sabe se ele esteve no Brasil.

O pastor metodista americano Daniel Parish Kidder (1815-1891) foi o primeiro correspondente da Sociedade Bíblica Americana a se fixar no Brasil. Com a idade de 22 anos, já casado, ele percorreu o país de norte a sul. Kidder era destemido e criativo. Em uma de suas viagens a São Paulo, propôs à Assembléia Legislativa da Imperial Província de São Paulo o uso da Bíblia nas escolas primárias de toda a província e se comprometeu a doar doze exemplares para cada escola, caso a proposta fosse aprovada.

Entre a chegada dos primeiros exemplares da Bíblia (1814) e a chegada do primeiro missionário protestante permanente (1855), há um espaço de 41 anos. Isso significa que as Escrituras Sagradas precederam a implantação das primeiras igrejas evangélicas brasileiras.

Naquele tempo, a Igreja Romana não via com bons olhos o trabalho das sociedades bíblicas e de seus colportores (pessoas que se ocupavam da circulação da Bíblia por motivação missionária). Os protestantes pensavam e agiam de maneira diferente. Cada fiel deveria possuir seu próprio exemplar da Bíblia e conhecer o seu conteúdo, na certeza de que ela é “a única regra de fé e prática”.

Retirado e adaptado de História da Evangelização do Brasil, 192 p., Editora Ultimato

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O Dia da Bíblia – Celebrado no segundo domingo de dezembro e criado em 1549, na Grã-Bretanha pelo Bispo Cranmer, o Dia da Bíblia começou a ser celebrado no Brasil em 1850, quando chegaram da Europa e Estados Unidos os primeiros missionários cristãos evangélicos. Porém, a primeira manifestação pública aconteceu quando foi fundada a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), em 1948. Graças ao trabalho de divulgação das Escrituras Sagradas, desempenhado pela SBB, as comemorações se intensificaram e diversificaram, passando a incluir a realização de cultos, carreatas, shows, maratonas de leitura bíblica, exposições bíblicas, construção de monumentos à Bíblia e ampla distribuição de Escrituras.

CHAMADO

DESCONFINADOS | Qual é o seu chamado mesmo? Para onde?… Enquanto você responde, assista esse vídeo hilário…

RESSURREIÇÃO

2016 | Como foi a percepção da ressurreição de Jesus a partir de um soldado romano? Essa é a lente que o filme nos proporciona. Recomendo o filme pois ele se configura numa análise outra que não aquela que nós (os cristãos) geralmente conhecemos a partir dos relatos bíblicos e análises teológicas…